Zona de Escalada da Meadinha

 

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Tipo de Percurso

Pequena Rota

Dificuldade

Difícil
h

BROCHURA OFICIAL

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História da Escalada da Meadinha

As primeiras atividades de que há conhecimento remontam à década de 40, do século XX, onde pela primeira vez escaladores portugueses encabeçados pelo entusiasmo Dr. Jorge Sanches Santos (conhecido por “Diabo das Fragas”) começaram a escalar pela parede da Meadinha, abrindo algumas vias. Hoje essas vias ficaram em desuso, derivado da constante evolução que com o passar do tempo transformou a escalada.

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Nos finais dos anos 50 e princípios dos 60, registou-se uma maior atividade de montanha e de escalada, carecendo de informação necessária para de poder descrever. Chegamos ao princípio dos anos 70 onde os escaladores de então iniciam uma constante atividade renovada no curso do tempo por diferentes gerações, chegando até aos nossos dias. Durante estas décadas registaram-se períodos de intensa atividade, a primeira dá-se entre 1972 e 1974, decaindo até 1978, onde se inicia uma nova etapa que a partir de 1988 os escaladores desse período contribuem para a idade de ouro da escalada e sobretudo do alpinismo da zona sul da Galiza, é aqui onde revolucionam com as suas mentes abertas, cheios de inquietudes, os desejos de abrir fronteiras e encherem-se do que os outros lugares do mundo poderiam oferecer-lhes. Nomes como José António Martinez Novas e Miguel López Dominguez, com os seus sonhos, lutaram por abrir as fronteiras de países onde as alturas são desejadas para qualquer montanheiro do nosso planeta; a força positiva destas pessoas consegue motivar a muitos outros escaladores que carregados de ilusão, buscam-se a si próprios na companhia de povos, os quais brindam-nos com as suas paredes e alturas para poder encontrar o caminho pessoal a seguir. Tudo isto foi possível graças à simplicidade, respeito e à vontade de encontrarem a segurança neles mesmos, isto foi contagiando a comunidade de escaladores, chegando à unidade onde o esforço, a tolerância com os demais e a exigência com o próprio foram um dos elementos que contribuíram aos êxitos de então. Nesta etapa abrem-se novas zonas de escalada – Anamão, Fraga da Nédia e Bico do Patelo, atualmente proibidas para a atividade de escalada pelo Plano de Ordenamento do Parque Nacional da Peneda- Gerês. Na comunidade portuguesa de escaladores destacam-se os irmãos Pedro Pacheco e Francisco Pacheco que são atraídos pela Meadinha, abrindo diversas vias. Na década de 90, a escalada na zona sofre outra recaída e existindo alguma atividade esporádica nos anos alternos de 1990, 1994 e 1998. No ano 2000 começa a etapa de re- equipamento das antigas vias e abertura de novos itinerários que se prolonga até 2004. Durante este tempo pretendeu-se otimizar ao máximo possível as vias para dar a conhecer e para que possam ser frequentadas, uma vez que o desconhecimento destas e a fama bem atribuída de ser uma escalada dura, exposta e sobretudo exigente de um nível do factor psicológico alto, propicia o desvio dos atuais grupos de escaladores desta região que mostram uma evolução crescente de enriquecimento em outras formas de praticar a verticalidade: bouler e escalada desportiva, diferentes da escalada em rocha e de grandes paredes que se pratica na Meadinha, onde o auto- assegurar-se e a segurança no próprio são um dos factores mais importantes que se deve cultivar todo o escalador. Nos anos seguintes, volta a sofrer momentos de atividade ocasional, até que em meados de 2006 até 2008, é retomada a atividade anterior e, tendo por base o gozo e o esforço na dura tarefa, consegue-se terminar o trabalho na recolha dos frutos que permitem hoje divulgar a história desta parede e o nome dos seus protagonistas.

• Evite fazer ruídos e barulhos.
• Respeite a propriedade privada.
• Não abandone o lixo, leve-o até ao respectivo local de recolha.
• Não incomode os animais. Cuidado com o gado.
• Não recolha plantas, animais ou rochas. Deixe a natureza intacta.
• Faça fogo apenas nos locais destinados para o efeito.
• Evite andar sozinho na montanha.
• Guarde o máximo cuidado nos dias de nevoeiro.