PR 15 – Trilho do Ramil

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Tipo de Percurso

Pequena Rota

Distância

4.39km

Duração

2h

Dificuldade

Fácil
h

BROCHURA OFICIAL

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O trilho de Ramil é um percurso pedestre denominado de Pequena Rota, cuja marcação e sinalização cumprem as diretrizes internacionais. Este percurso localiza-se na encosta nascente da Serra do Soajo, no extremo Este do concelho de Arcos de Valdevez, em pleno Parque Nacional Peneda-Gerês, percorrendo parte significativa do lugar de Cunhas, da freguesia do Soajo.

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Partindo do parque de estacionamento junto ao cemitério do lugar de Cunhas, seguimos pela estrada alcatroada em direção ao núcleo rural, para passados cerca de 200 metros, virarmos à esquerda por um caminho empedrado. Este caminho ascendente leva-nos, pouco a pouco, a entrarmos nas áreas de floresta e pastagens de montanha que envolvem e servem o pequeno lugar. À medida que vamos tomando altitude, podemos observar a imensidão da paisagem que nos rodeia, o vale encaixado do rio Lima – esse rio que os romanos apelidaram de “Lethes” – rio de esquecimento –. Depois de atingirmos o ponto mais elevado deste curto passeio, cerca dos 500 metros de altitude, iniciamos a descida, a qual nos levará até à velha casa de guarda-florestal, aí existente, hoje voltada para o abandono. Aqui, poderemos fazer uma pequena pausa para observar neste belíssimo espaço, vestígios arquitetónicos da ancestral atividade agro-silvo-pastoril – abrigos de gado de falsa cúpula – que existem abundantemente em todo o território de montanha do concelho de Arcos de Valdevez. Retomando o percurso, continuamos a descer por um caminho paralelo ao ribeiro de Laceiras, para pouco depois entrarmos na mancha florestal, onde abunda o pinheiro-bravo (Pinus pinaster) e o carvalho-roble (Quercus robur), constituindo uma mancha mista. Passado algum tempo, viramos à direita por um caminho descendente que nos levará à Branda de Ramil. As brandas de cultivo, como é o caso desta pequena e bucólica Branda, situam-se em cotas menores, em solos mais férteis e abundantes em água, que permitem o desenvolvimento de culturas agrícolas para alimentação humana e do gado. Vale a pena espreitar atentamente o tipo de construção das edificações, da pequena rede de caminhos e dos próprios muros, testemunhos da forma equilibrada e harmoniosa de como a montanha foi sendo ocupada. Após esta paragem para visitarmos a branda, continuamos o percurso e desembocamos num caminho florestal, para pouco depois virarmos à esquerda e seguirmos um caminho que nos levará, em escassos minutos, ao lugar onde teve inicio este trilho por Terras do Soajo.

• Não saia do percurso marcado e sinalizado.
• Preste atenção às marcações.
• Evite fazer ruídos e barulhos.
• Respeite a propriedade privada.
• Feche portões e cancelas.
• Não abandone o lixo, leve-o até ao respectivo local de recolha.
• Não incomode os animais. Cuidado com o gado.
• Não recolha plantas, animais ou rochas. Deixe a natureza intacta.
• Faça fogo apenas nos locais destinados para o efeito.
• Evite andar sozinho na montanha.
• Guarde o máximo cuidado nos dias de nevoeiro.
• Utilize sempre botas de montanha, impermeável e um chapéu.